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Encontro Futebol e Cultura

QUEM SOMOS
O Encontro Futebol e Cultura é uma parceria da Ação Educativa com o Museu do Futebol. A iniciativa tem como intuito criar um espaço de encontro e de diálogo entre diversas experiências de futebol de todas as regiões do país.

Confira a programação na íntegra

CONHEÇAS AS EXPERIÊNCIAS

Bate turmas – Peladeiros da Praia

Nos finais de semana, as praias de Maceió – Alagoas, são divididas em diversos campos de futebol improvisados pare receber os “bater turmas”, nome dado aos times de futebol formados por amigos e vizinhos de bairro. Dependendo da quantidade de pessoa e “turmas” presentes, a quantidade de campos passa de 200 por final de semana.

ONG Paciência Viva

O interesse das crianças por futebol é usado como ponte para aproximar a preservação do meio ambiente e a consciência política com o cotidiano dos jovens que moram próximos da Praia da Paciência, em Salvador. Nos 16 anos do projeto, a ONG Paciência Viva já atendeu mais de 400 jovens, aliando o treino do futebol com oficinas, aulas e debates sobre sustentabilidade e cidadania.

ICB

Com experiência no acolhimento e formação de deficientes visuais, o ICB se tornou um dos principais centros da prática do futebol de cinco do país. Já são seis títulos do campeonato brasileiro e o melhor jogador do mundo. Para além do sucesso competitivo, o Instituto aponta o aumento da autonomia e da confiança dos praticantes como alguns dos benefícios do jogo.

Autônomos F.C

Criado por punks e anarquistas, em 2006, o Autônomos F.C é um time de futebol de várzea que tem como características a valorização do futebol tradicional, disputado em terrenos ou campinhos improvisados e a ligação com ações políticas que valorizam a autogestão, a luta contra o racismo e outras formas de opressão.

Futlama

O campo começa a surgir quando a maré do rio baixa, depois chegam as traves, a bola e os jogadores e jogadoras. Este é o cenário básico do Futlama, campeonato disputado as margens do Rio Amazonas, em Macapá. Além do torneio oficial, realizado entre agosto e outubro, é possível encontrar pessoas jogando bola nos campos cheios de lama, à margem do rio, durante todo o ano.

PEI – Porto Alegre

O programa tem como objetivo usar o futebol como ferramenta de mobilização social. Além de trabalhar a questão prática do esporte, tática e tecnicamente, o programa se baseia em oficinas, seminários e palestras, os quais agregam outros valores ligados às questões sociais e políticas do que apenas a busca pelo alto rendimento.

Peladão de Manaus

Mais de 100 partidas disputadas em só final de semana. Este é um, dos vários motivos, que transformam o “Peladão de Manaus” no maior campeonato de várzea do mundo. Com mais de 40 edições, o torneio mobiliza todo o estado do Amazonas, tanto com o popular concurso da “Rainha do Peladão”, como nas disputadas da categoria principal, ou nas que envolve times formados por indígenas, mulheres, veteranos ou crianças.

Negritude F.C

Fundado no início dos anos 80, o time foi criado por cinco amigos da Zona Leste de São Paulo, que uniram o prazer de jogar bola com a valorização da cultura black power e do orgulho de ser negro. Frases como “Príncipe Negro” e “Raça Negra” eram comuns nas camisas e bandeiras do time.

Comitê Popular da Copa

Organizado como um grupo aberto, horizontal e apartidário de articulação, o Comitê atuou como um coletivo de resistência e denúncia contra impactos e violações de direitos humanos da Copa do Mundo de 2014. Além de debates e mesas de discussão, o coletivo organiza a Copa Rebelde e propõe a valorização do futebol como ato político.

Futbol Callejero

Idealizado pelo militante argentino Fabian Ferraro, o Futbol Callejero tem como princípios a solidariedade, cooperação e inclusão social. O jogo é dividido em três tempos: no primeiro os jogadores definem as regras, no segundo, disputa-se a partida e no terceiro, os atletas discutem que foi o vencedor. Jogam meninos e meninas juntos e não há juízes.

Esporte Seguro – Premier Skill

O núcleo piloto do projeto foi implantado na comunidade do Morro dos Prazeres, favela “pacificada” na zona sul do Rio de Janeiro, onde são oferecidas sessões de futebol e prática cidadã para mais de 150 meninos e meninas, com idades entre 9 e 18 anos. Além de treinar os jovens, o projeto valoriza a integração com o local onde vivem o aprendizado e aplicação de estratégias de resolução de conflitos.

Copa dos Refugiados

Organizada pelos próprios jogadores e organizações humanitárias, como a Caritas, a Copa dos Refugiados teve sua primeira edição em agosto de 2014. Ao todo, participaram mais de 200 jogadores, divididos em 16 diferentes países. Além de dar visibilidade a questão dos refugiados e dos jogos, há  atividades culturais e ações de prevenção e combate à violência de gênero e AIDS.

Jogo dos Povos Indígenas

Criado em 1996, o Jogo dos Povos Indígenas é uma competição esportiva que conta com a participação de diversas etnias indígenas do Brasil. Há disputas de práticas ligadas ao universo dos índios, como competição de arco e flecha. O “futebol de branco” (onze contra onze), é uma das modalidades jogadas, tanto na categoria feminina como masculina e também o Jikunahaty, parecido com o futebol, mas jogado com cabeça.

Serviço:

Encontro Futebol e Cultura

Local: Museu do Futebol (auditório com capacidade de 178 lugares)

Endereço: Praça Charles Miller

Quando: 26 a 28 de novembro

*No dia 29 de novembro as atividades acontecerão no Centro Cultural e Poliesportivo UNAS – Heliópolis

Quanto: Gratuito

Horário das atividades: consultar no anexo o horário de toda programação

 

Informações:

Ação Educativa

Paulo Monteiro – futebolecultura@acaoeducativa.org – (11) 3151-2333

www.futebolecultura.org.br

 

Approach Comunicação Integrada

Mônica Saraiva – monica.saraiva@approach.com.br – (11) 3664-3848 – ramal 77

João Carlos Godoy – joao.godoy@approach.com.br – (11) 3846-5787 – ramal 46

 

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