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Quem tem medo da Educação Popular?

É o momento da sociedade civil retomar o seu protagonismo, fazer da educação e da cultura popular forte instrumento de resistência frente ao atraso e ao conservadorismo que vem se impondo

Por Sérgio Haddad

Recentemente, o tema da Educação Popular voltou a ser considerado entre educadores, educadoras e ativistas sociais. Poderíamos dizer que foi nos dois últimos governos petistas que ele ganhou relevância, quando a sua base de sustentação política começava a migrar para outros partidos e aqueles que permaneciam fiéis falavam sobre a necessidade de voltar ao trabalho de base para fazer formação política.

Por trás destas atitudes estaria a avaliação de que os governos chamados “democratas e populares” tinham dado mais atenção em elevar as populações pobres à condição de consumidores do que de atores políticos que pudessem ajudar nas mudanças estruturais necessárias para tornar o Brasil um país mais justo e respeitador de direitos.

Nascido no período da democratização das instituições políticas pós governos militares, o Partido dos Trabalhadores (PT) seria o principal partido a ter na Educação Popular uma forte aliada para seu trabalho de base. Afinal, tinha entre seus apoiadores iniciais uma grande parcela dos movimentos sociais, sindicais e pastorais, que praticavam a educação popular para o trabalho de formação política dos seus ativistas.

O que seria esta educação popular que, nascida no colo da sociedade civil, ajudou a mobilizar setores organizados e deu sustentação política para o Partido dos Trabalhadores desde o seu nascedouro?

Leia a coluna completa no site da Carta Educação.


A Ação Educativa estreia em 2019 a coluna Ação Educativa Debate na Carta Educação. Quinzenalmente iremos abordar temas relacionados à educação e à conjuntura do Brasil.

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