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A cultura como campo de trabalho para a juventude: políticas, experiências e desafios

Sistematização do Seminário Cultura e Juventude, realizado pela Ação Educativa e pelo Centro Cultural da Juventude (CCJ), por meio do convênio do Programa Jovem Monitor/a Cultural. O Seminário contou com a participação de gestores, pesquisadores, artistas e empreendedores jovens como debatedores e público participante.

Apoio: Centro Cultural da Juventude (CCJ) / Secretaria Municipal de Cultura – Prefeitura de São Paulo

O Dia Internacional da Juventude, celebrado em 12 de agosto, foi instituído pela Organização das Nações Unidas em 1999, em decorrência da Conferência dos Ministros Responsáveis pelos Jovens, e integra o calendário oficial do Brasil desde 2002. Trata-se de uma data que busca dar visibilidade às questões associadas à juventude em diferentes campos, além de estimular o engajamento de governantes e sociedade civil na luta pela melhoria das condições de vida dessa população.

Para discutir algumas das demandas, bem como o protagonismo juvenil em importantes transformações do país, a Coordenação de Juventude da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania e o Centro Cultural da Juventude da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo promoveram, durante agosto de 2014, o “Mês da Juventude”, com uma série de apresentações artísticas e debates em espaços públicos da cidade, tendo como eixos as ações coletivas em diferentes momentos históricos, a violência, os direitos humanos, o esporte e a produção cultural relacionada aos jovens brasileiros.

Realizado no Centro Cultural da Juventude no emblemático 12 de agosto, e organizado em parceria com a Ação Educativa, o Seminário Cultura e Juventude integrou essa programação e teve como discussão central a área cultural como campo de trabalho para jovens. Na primeira mesa de debates, focada nos desafios de formação artística e qualificação profissional, discutiu-se as políticas públicas de apoio, ampliação e fomento implementadas pela Prefeitura de São Paulo, enquanto na segunda mesa foram abordados processos criativos e experiências de empreendedorismo cultural juvenil provenientes das periferias.

O Seminário contou com a participação de gestores, pesquisadores, artistas e empreendedores jovens como debatedores e público participante. Esta publicação sistematiza algumas reflexões, experiências e perspectivas por eles apresentadas, tanto no sentido de ressaltar a importância dessas contribuições, quanto na expectativa de influir em novas ações que possam ampliar a inserção de jovens no mercado de trabalho, assim como expandir suas possibilidades de criação e experimentação cultural.

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