Centro de Formação: Educação Popular, Cultura e Direitos Humanos

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Todas as formações acontecem na sede da Ação Educativa

Inscrições e pagamentos: (1) online pelos formulários e links de PagSeguro abaixo da descrição de cada formação ou (2) presencialmente na secretaria do Centro de Formação (Rua General Jardim, 660, sala 31, Vila Buarque, São Paulo-SP)

Dúvidas/Atendimento: alexandre.suenaga@acaoeducativa.org.br | (11) 3151-2333 R.177

Carlos Eduardo Dias Machado é professor mestre em História Social pela USP, pesquisador, palestrante e escritor do livro Gênios da Humanidade – Ciência Tecnologia e Inovação Africana e Afrodescendente (DBA Editora).

Sinopse: O curso propõe promover o conhecimento da produção e legado científico e tecnológico dos povos africanos e descendentes. É impossível saber realmente a história da ciência sem também aprender sobre as contribuições dos inventores de origem africana, no entanto estas narrativas foram ocultadas e sua divulgação está restrita, já que está disponível apenas em inglês e francês.

Durante séculos criou-se uma imagem negativa a respeito da inteligência da população negra e uma gama de intelectuais brancos como Hegel, Montesquieu, Hume, Kant, Lineu, Weber, Marx, Darwin, Victor Hugo e Voltaire, entre outros, desenvolveram teses afirmando que mulheres e homens negros não são humanos nem dotados de inteligência, não criaram reinos, civilizações e ciência.

Quantos/as professores/as e graduados/as poderiam nomear um cientista negro? Quantos/as alunos/as poderiam descrever quaisquer realizações científicas que ocorreram no continente africano? Essa ignorância tem sérias implicações para a autoestima de uma parcela muito importante da população brasileira, daí a urgência deste curso.

Período: Sábados, dias 18/11, 25/11, 02/12, 09/12 e 16/12, das 9h às 13h.

Investimento:  R$250,00 (5 módulos de 4h – carga total de 20h)
R$200,00 (a partir do segundo encontro)

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O Instituto AMMA Psique e Negritude é uma organização não governamental cuja atuação é pautada pela convicção de que o enfrentamento do Racismo, da Discriminação e do Preconceito se faz necessariamente por duas vias: politicamente e psiquicamente. Foi fundado em 1995 por um grupo de psicólogas e ativistas, comprometidas e familiarizadas com o enfrentamento político. Desde então, o instituto tem buscado, por meio de formação e prática clínica, identificar, elaborar e desconstruir o racismo e seus efeitos psicossociais.

Lidiane Araujo é psicóloga, psicoterapeuta na linha corporal bioenergética. Especialista em Saúde Pública com experiências em grupos; é parceira do Instituto AMMA Psique e Negritude.

Carolina de Freitas é pedagoga com forte atuação em Educação para Todos. Sua militância está voltada para o empoderamento da população negra e para a valorização da diversidade étnica-racial.

Sinopse: Adolescendo Abayomis é uma roda de conversa quinzenal para adolescentes entre 14-16 anos de idade que se identifiquem racialmente como negras. Os encontros serão mediados por uma psicóloga e uma pedagoga e buscam ofertar um espaço de acolhimento e trocas afetivas para a construção e fortalecimento de identidade racial positiva.

A proposta do grupo surgiu na busca de acolher inúmeras solicitações de pais e responsáveis que se mostravam angustiados na abordagem da temática racial com suas filhas. Isto porque a escola é um espaço que violenta sistematicamente crianças e adolescentes negras, seja em proposições pedagógicas que não valorizam a história e a cultura afro-brasileira, seja num saber centrado numa visão eurocêntrica de mundo, seja nas relações sociais construídas com base nos privilégios raciais.

Período: Sábados, dias 25/11, 09/12 e 16/12, das 14h às 18h.

Investimento: R$50,00 por mês (Encontros quinzenais permanentes – Pagamentos para os dois primeiros encontros de novembro)

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Antonio Salvador Coelho atua na formação de educadores em Direitos Humanos. Transitou pelos movimentos populares com crianças de rua, mulheres, sem teto e comunidades indígenas. É criador de jogos circulares de tabuleiro, mestre pela PUC/SP e professor universitário e de EJA.

Silvania Francisca de Jesus é licenciada em Pedagogia e Letras pela PUC/SP. Tem Pós-Graduação em Psicopedagogia e em Língua Inglesa. Contadora de histórias, pesquisa cantigas populares e narrativas dos povos. Experimenta diversas linguagens da circularidade.

Paulo Inácio de Araujo Coelho trabalha com Cultura Popular por meio de Cantigas, Danças, Brincadeiras Populares, junto com o pessoal do Instituto Brincante e da Pedagogia Griô. Trabalha com Jogos Cooperativos e Educação para a Paz.

Sinopse: Uma diversidade de Jogos Cooperativos de Tabuleiro foi criada e vivida por educadoras e educadores da Rede do Cuidado, em cursos de Acampamentos Pedagógicos nos últimos 4 anos. A partir dessas vivências, vamos experimentar uma série de jogos com outro referencial, solidários e cooperativos, passando pelos Direitos do Planeta, pelos sentimentos, pelos valores, pela poética, pelos Direitos da Criança, pelas palavras-sementes, pela música popular brasileira, pelos Direitos Humanos, pelo Bem Viver (Sumak Kawsay), pela Whipalla e por muitos outros.

Os jogos apresentam um projeto de sociedade alternativo, uma aposta na participação de todos e todas, no crescimento da organização, na alegria da conquista conjunta. Há que multiplicar as rodas, os abraços, as mãos dadas. Jogos cooperativos, danças circulares, vivências dialogais são tempos preciosos de abertura ao outro. E há que inventá-los, pois ainda são raros, embora estejam presentes nas raízes populares das comunidades humanas.

Período: Sextas-feiras, dias 17/11, 24/11, 01/12 e 08/12, das 18h às 22h.

Investimento: R$200,00 (4 módulos de 4h – carga total de 16h)