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Longa vida à Agenda Cultural da Periferia!

Alcançar 100 edições é motivo de muita celebração. Para isso faremos um evento comemorativo no dia 20 precedido de um seminário. Queremos coroar uma trajetória de êxito marcada também por muitos percalços e incertezas.

Para chegarmos até aqui, é bom que se diga, tivemos muitos parceiros a quem queremos homenagear. Primeiro a própria Ação Educativa que bancou a publicação que nunca teve orçamento suficiente para cobrir todos os seus custos. Não fosse a vontade política da instituição de manter este projeto, a Agenda Cultural da Periferia teria ficado para trás e estaríamos saudosos de uma ideia tão bacana quanto inviável. Outro parceiro de primeira hora é a Gráfica Max Print que imprimiu todas as 100 edições da Agenda sendo pontuais e sensíveis conosco.

Mas durante a nossa trajetória tivemos outros apoiadores. O primeiro de todos foi a Fundação Itaú Social que nos financiou parcialmente durante seis anos. Nessa primeira fase tivemos outros pequenos, porém, valiosos apoios da Oxfam GB, Global Editora e Fundação Casa (desde 2010). A partir de 2014 mudamos o perfil de financiamento, captando recursos via Lei Rouanet. Novamente foi o Itaú nosso mecenas que bancou parcialmente o projeto naquele ano.

Em 2015, também por meio de incentivo fiscal, além do Banco Itaú, tivemos o apoio das Casas Bahia/Fundação Via Varejo e da Editora Companhia das Letras. Todas essas empresas e instituições, seja qual for a participação, merecem a nossa gratidão. Mas sendo o financiamento via lei de incentivo federal, temos que fazer um enorme agradecimento ao Governo Federal por meio do Ministério da Cultura que abriu mão dos impostos daquelas empresas para que o dinheiro fosse aplicado em nosso projeto.

Vamos saudar também os trabalhadores e trabalhadoras que fazem chegar a Agenda todo mês nas mãos dos leitores. Começamos pela Adriana Barbosa, nossa primeira redatora que cumpriu essa função nas cinco primeiras edições, momento decisivo da publicação. Depois foi a Elizandra Souza que seguiu como redatora atuando como estagiária. Ela se formou e veio a assumir a edição da publicação, do site e do programa de Rádio na Heliópolis FM. Esse primeiro time da Agenda se completa com Rogério Nogueira na revisão, função desempenhada também pela Andreza Tibana, e pela Bete Nóbrega, artista visual que criou o projeto gráfico da Agenda e foi nossa diagramadora nos três primeiros anos. O Gledson Neix assumiu esse posto e, recentemente, repaginou a publicação quando ela se tornou colorida. Na retaguarda, cuidando da parte financeira está o Rogério Santos. Marcel Coronato é o nosso dedicado revisor há cerca de quatro anos. Michele Ohl, da AM3 atua no apoio à redação e na distribuição cumprindo com esmero o papel que lhe cabe na equipe. Muitas outras pessoas atuaram e atuam na Agenda, especialmente fotógrafos, sendo O Samuel Iavelberg, Guma, Waldo Lao, Cassimano, Moises Moraes e Douglas Mansur, os mais frequentes e por meio deles saudamos todos os demais colaboradores tanto da Ação Educativa onde o Setor de Comunicação é parceiro valioso, quanto de fora de nossa organização. A todos e todas, nossos mais sinceros agradecimentos.

Nesses nove anos chegamos a 1 milhão de exemplares; divulgamos 9600 eventos dos quais participaram cerca de 50 mil artistas. Há uma estimativa que atribui 5 leitores para cada exemplar da Agenda. Se essa estatística estiver correta a Agenda Cultual da Periferia passou pelas mãos de 5 mihões de pessoas. A Região Metropolitana de São Paulo tem 20 milhões de habitantes. Então podemos dizer que um quarto da população da Grande São Paulo teve contato com nossa publicação. Nada mal. Bora seguir adiante para ampliar esses números. Longa vida à Agenda Cultural da Periferia!

Fonte: Agenda Cultural da Periferia

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