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II Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional (Inaf) 2002

O 2º Inaf – Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional mostrou que o brasileiro se saiu melhor em cálculo do que em Língua Portuguesa.

Apoio: Instituto Paulo Montenegro

A pesquisa de alfabetismo em matemática foi feita em novembro de 2002 com 2.000 pessoas entre 15 e 64 anos de idade, essa mostra correspondeu a mais de 110 milhões de brasileiros. O 2º Inaf mostrou que 3% dos entrevistados são analfabetos absolutos em matemática. Ou seja, não dominam habilidades simples como ler o preço de produtos ou anotar o número de um telefone que lhe foi ditado.

Confira mais dados do diagnóstico:

32% se encontravam no nível 1 (rudimentar) de alfabetismo matemático: acertaram as tarefas de leitura de números até a ordem de grandeza dos milhares e números com duas casas decimais de uso frequente em contextos específicos: preços, horários, instrumentos de medida simples (relógio, fita métrica).

44% estavam no nível 2 (básico): conseguiam ler números naturais e eram capazes de ler e comparar números decimais que se fizessem referência a preços, contar dinheiro e fazer troco. Também eram capazes de fazer operações usuais de adição e subtração, e mesmo multiplicação quando não conjugada com outras operações.

21% atingiram o nível 3 (pleno): O que distinguiu o desempenho dos entrevistados classificados no nível 3 foi a capacidade de elaborar e/ou adotar e controlar uma estratégia de resolução de problemas que demandaram a execução de uma série de operações.

Os entrevistados foram submetidos a tarefas de complexidade variada que demandavam habilidades de leitura de números e outras representações matemáticas de uso frequente (gráficos, tabelas, escalas etc.) e solução de situações-problema envolvendo operações aritméticas simples (adição, subtração, multiplicação e divisão), raciocínio proporcional, cálculo de porcentagem, medidas de tempo, massa, comprimento e área.

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