Publicações
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Relatório: A plataformização e a privatização da Educação como violação de direitos na rede estadual paulistaA Plataforma de Direitos Humanos – Dhesca Brasil é uma rede nacional formada por 59 organizações da sociedade civil que atuam na promoção, proteção e defesa dos direitos humanos, econômicos, sociais, culturais e ambientais (Dhesca).
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Relatório MUDE com Elas – Análise dos dados PNAD 2025Apoio: Terre des HommesOs dados são da quarta edição do relatório Jovens negras seguem nos piores indicadores de trabalho no Brasil, da Rede MultiAtores MUDE com Elas, elaborado pelo Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades com base na PNAD Contínua do terceiro trimestre de 2025, já recalibrada a partir do Censo Demográfico de 2022. O estudo analisa a população de 14 a 29 anos sob recortes de sexo, raça e idade, evidenciando a persistência de desigualdades estruturais no mercado de trabalho brasileiro.
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Revista Territórios Culturais Indígenas: Gavião, Guajajara e KrikatiRegistramos nessa publicação o processo de diálogo que reafirma o compromisso da Ação Educativa com a defesa do direito dos povos originários a uma educação diferenciada, intercultural, bilíngue, específica e orientada ao reconhecimento do direito à memória coletiva e territorializada.
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Relatório – Fronteiras Borradas: Movimentos Feministas e de Mulheres e Política Antigênero no BrasilO relatório é uma realização do Observatório de Sexualidade e Política (SPW), Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT+ da Universidade Federal de Minas Gerais (NUH/UFMG) e Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA), com apoio da Ação Educativa e outra organizações.
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Revista Pretas no Corre – Jovens em MovimentoApoio: CEERT, Terre des Hommes, Viração EducomunicaçãoA revista “Pretas no Corre” é uma produção coletiva que emerge do projeto Mude com Elas, desenvolvido pela Ação Educativa, com foco no fortalecimento do protagonismo de mulheres negras e periféricas, por meio da formação política, da criação cultural e da comunicação comunitária.
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Relatório INAF Brasil 2024 – Alfabetismo do analógico ao digitalO Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf) mede os níveis de Alfabetismo da população brasileira de 15 a 64 anos por meio de um teste aplicado presencialmente, que envolve a leitura e interpretação de textos do cotidiano. Nesta edição, o INAF passa a incorporar o estudo do nível de alfabetismo de maneira mais abrangente, levando em conta também o contexto digital.
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Reconstrução em Pauta – O Projeto de Vida entre o objetivo e o subjetivo desafia o Ensino MédioApoio: Oxfam BrasilA Ação Educativa, em colaboração com pesquisadores e ativistas, apresenta o quinto volume da série “Políticas Públicas de Juventude: Reconstrução em Pauta”.
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Reconstrução em Pauta – Um trabalho com sentido e com direitos: considerações para a (re)construção de políticas públicas de trabalho para jovens no BrasilApoio: Oxfam BrasilNeste quarto número, Maria Carla Corrochano apresenta uma importante reflexão sobre o debate em torno das relações entre juventude e trabalho no país.
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Relatório MUDE com Elas – Análise dos Dados PNAD 2023Apresentação de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, do IBGE, a respeito das condições de trabalho da população, com recorte de gênero, raça e faixa etária da juventude.
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Relatório MUDE com Elas – Análise dos Dados PNAD 2021Apresentação de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua do IBGE a respeito das condições de trabalho da população, com recorte de gênero, raça e faixa etária da juventude
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Reconstrução em Pauta – Mapas e caminhos de políticas públicas de juventude: qual é a bússola de reconstrução?Apoio: Oxfam BrasilNeste terceiro número, Helena Abramo apresenta uma leitura crítica dos atuais diagnósticos sobre a realidade juvenil e das diretrizes produzidas a partir destas análises, propondo uma inversão dos mapas e caminhos para a reconstrução das políticas públicas de juventude no país.
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Reconstrução em Pauta – Políticas públicas de juventude e cultura: relações e dilemasApoio: Oxfam BrasilO objetivo do artigo é evidenciar conquistas, limites e tensões das últimas décadas, apontando desafios e possibilidades para o futuro das políticas públicas de juventude na esfera cultural